Coordenadoria da Mulher promove palestra de combate à violência contra a mulher

De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SDS), em 2017, foram registrados 240 casos de assassinatos de mulheres em Pernambuco. Já Segundo matéria divulgada pelo Jornal do Commercio, de janeiro até março de 2018 cerca de 77 mulheres foram assassinadas no Estado. Do total, 17 foram vítimas de feminicídio. A situação se tornou tão comum, que muita das vezes essas mulheres não são reconhecidas, viram parte de um senso e representam apenas alguns dados.
No objetivo de continuar mudando essa realidade no Município, a Prefeitura do Paudalho por meio da Coordenadoria da Mulher oferece no dia 14 de maio uma palestra com a delegada gestora da Delegacia de Proteção à Mulher (DPMU), Gleide Ângelo, no Salão Paroquial, que fica no Centro da cidade, a partir das 9h. A entrada é gratuita. O evento tem a parceria da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e a idealização da Secretaria da Mulher de Pernambuco.
Imagem/iternet

Programação

A ação intitulada “Caravana DPMU” tem por tema: “Mulheres Comandam Seus Próprios Destinos. Não Temem Desafios”. No momento, a delegada Gleide Ângelo vai ministrar sobre a violência familiar, o feminicídio e a justiça.  Para a coordenadora da Mulher do Paudalho, Eliana Macêdo, a programação tem o objetivo de promover ainda mais o combate à violência contra as mulheres na cidade . “A gente pensou muito nisso até porque a gente percebe que o nosso Município tem o índice muito alto dos casos. Então essa palestra só reforça nosso compromisso em mudar essa história. Nós queremos lembrar às paudalhenses que elas podem vencer e todas estão convidadas para essa momento que será maravilhoso”, comentou.

O que é o feminicídio?

O feminicídio é a expressão que engloba as diversas violências que podem atingir as mulheres em sociedades marcadas pela desigualdade de poder entre os gêneros masculino e feminino e por construções históricas, culturais, econômicas, políticas e sociais discriminatórias. É a mulher ser morta simplesmente por ser mulher.

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